Se em vez de Antonio Curvete, que nos falta, pode estar algum dos diversos desconhecidos, de que damos os nomes, hypothese que não parece improvavel, haveria nesta capital, de 1565 a 1567, o mesmo numero de livreiros que foi contado pelo auctor da Estatistica, em 1552.
Adoptada, com effeito, a conta dos «criados» ou «obreyros de livreiros» que os lojistas teriam a seu serviço, calculada pelo mesmo auctor, ahi teremos o numero de Christovão assaz justificado.
Será a seguinte Noticia dedicada aos Impressores.
IV
Ao testemunho do curioso codice do Archivo Municipal, que temos seguido, na famosa Lisbôa da segunda metade do XVI.^o seculo seis individuos exerciam a «arte impressoria», como a denominou Valentim de Moravia, em sua traducção do livro de Nicolau Veneto.
O primeiro dos seis «imprimidores», segundo se lhes então chamava, e elles a