a temo por mim, por ti só temo: Sim, quando vejo sobranceiros males, Por desditoso amor originados; Quando vejo engrossar a tempestade, Que me denota proxima ruina; Nem por isso me assusto: o que me afflige, He vêr hum Pai, hum Reino, e o proprio Esposo, Tudo por meu respeito alvorotado. Em situação tão ardua, e tão penosa, Té chego a desejar... (infeliz Castro!) Que o sacrosanto nó que a mim te prende, Este laço tão doce, e desejado, Dos bens o maior bem que Ignez possue, A ser possivel, hoje se rompesse, Só porque tu podesses livremente Obedecer a hum Pai, fazer ditosos Por hum feliz consorcio dois Imperios. Muito embora Beatriz te possuisse... Mas que digo? Ai de mim! Nos braços d'outra!.. Nos braços d'outra vêr o amado Esposo! Ah! não... não posso tanto, antes a morte.
Ped. He teu meu coração, será teu sempre. Os laços de Hymenêo são as mais