Que empunhaõ armas sobre o largo Oceano.
De Inexoraveis filhos circulada
Aligera mulher[4] cega, e robusta,
De Mercurio nas Artes educada * ...
Ah que tudo extremece, tudo assusta!
Dos bens alheios ávidas Arpias,[5]
Das cavernas Estygias povoadoras,
Tristes imagens só de tyrannias,
Dos maiores insultos aggressoras
Vaõ atacar na liquida corrente
A nadante morada, a inerme gente.
Já as nocturnas aves vaõ pascendo
Com os bicos de ferros aguçados;
Nos quentes corações satisfazendo
Os vís desejos nunca saciados:
Aos tristes palpitantes destruidos
Calcaõ os pés immundos, e cruentos,
De huns resoaõ inda alguns gemidos,
Outros de todo já não tem ale